O estresse ocupacional deixou de ser apenas uma queixa comum do dia a dia. Hoje, ele é reconhecido como um fator real de adoecimento físico e mental — e passou a ter ainda mais relevância dentro da legislação trabalhista brasileira.

A saúde mental agora faz parte da gestão de riscos

Com a atualização da NR-1 (Norma Regulamentadora nº 1), os riscos psicossociais passam a integrar oficialmente o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) das empresas.

Isso inclui fatores como:

  • Excesso de carga de trabalho
  • Pressão constante por metas
  • Falta de reconhecimento
  • Ambiente organizacional hostil
  • Jornadas prolongadas
  • Assédio moral

Esses elementos precisam ser identificados, avaliados e controlados pelas empresas.

Na prática, isso significa que a saúde mental passa a ser tratada com a mesma importância que a segurança física.

 

 

O que são riscos psicossociais?

São condições do ambiente de trabalho que podem gerar estresse crônico, ansiedade, esgotamento emocional (burnout) e diversas alterações orgânicas. Quando o estresse se mantém por longos períodos, o organismo entra em estado de alerta constante. Isso pode levar a:

    • Aumento do cortisol
    • Alterações no sono
    • Redução da imunidade
    • Fadiga persistente
    • Queda de produtividade
    • Maior risco cardiovascular

Não se trata apenas de “cansaço”. É um processo fisiológico real.

O que muda para as empresas?

Com a nova diretriz, as organizações devem:

  • Mapear fatores que geram estresse ocupacional
  • Implementar medidas preventivas
  • Promover ambiente organizacional mais saudável
  • Monitorar continuamente riscos à saúde mental

Essa mudança representa um avanço importante na prevenção do burnout e de outras doenças relacionadas ao trabalho.

E para o trabalhador, o que significa?

Significa maior reconhecimento do impacto emocional do trabalho sobre o corpo.

Mas também reforça um ponto essencial: mesmo com a mudança na legislação, o organismo já pode estar sobrecarregado — especialmente quando o estresse se prolonga por meses ou anos.

Por isso, além das ações organizacionais, estratégias individuais são fundamentais.

Como reduzir os impactos do estresse no corpo?

Algumas medidas são indispensáveis:

  • Sono regulado
  • Atividade física
  • Alimentação equilibrada
  • Técnicas de respiração e manejo emocional
  • Acompanhamento profissional quando necessário

 

Em alguns casos, o suporte nutricional e fitoterápico pode auxiliar no equilíbrio do organismo frente ao estresse crônico.

Na farmácia de manipulação, existem ativos com respaldo científico que atuam como moduladores da resposta ao estresse e no suporte à energia celular e à recuperação do organismo.

Entre eles, destacam-se:

  • Extratos vegetais com ação adaptógena
  • Nutrientes que auxiliam na modulação do cortisol
  • Compostos antioxidantes
  • Pós-bióticos e ativos que atuam na saúde mitocondrial
  • Extratos padronizados como o Robuvit®, que tem sido estudado por seu potencial no suporte à fadiga física e mental associada ao estresse
  • Sempre com prescrição ou orientação individualizada, respeitando o perfil e a necessidade de cada paciente.

Conclusão

A nova legislação é um marco importante: ela reconhece oficialmente que o estresse ocupacional não é fraqueza — é um fator de risco real para a saúde.
Empresas mais conscientes promovem ambientes mais saudáveis.

E indivíduos que cuidam do próprio equilíbrio físico e emocional vivem com mais qualidade, energia e produtividade.
Cuidar do estresse não é luxo.

É prevenção. É responsabilidade. É saúde.